27 agosto, 2012

A Grande Transição - Espírito: Joanna de Ângelis - Canal: Divaldo Pereira Franco

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A Grande Transição
Joanna de Ângelis

 Canal: Divaldo Pereira Franco
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Opera-se, na Terra, neste largo período, a Grande Transição anunciada pelas Escrituras e confirmada pelo Espiritismo.
O planeta sofrido experimenta convulsões especiais, tanto na sua estrutura física e atmosférica, ajustando as suas diversas camadas tectônicas, quanto na sua constituição moral.
Isto porque, os espíritos que o habitam, ainda caminhando em faixas de inferioridade, estão sendo substituídos por outros mais elevados que o impulsionarão pelas trilhas do progresso moral, dando lugar a uma era nova de paz e de felicidade.
Os espíritos renitentes na perversidade, nos desmandos, na sensualidade e vileza, estão sendo recambiados lentamente para mundos inferiores onde enfrentarão as conseqüências dos seus atos ignóbeis, assim renovando-se e predispondo-se ao retorno planetário, quando recuperados e decididos ao cumprimento das leis de amor.
Por outro lado, aqueles que permaneceram nas regiões inferiores estão sendo trazidos à reencarnação de modo a desfrutarem da oportunidade de trabalho e de aprendizado, modificando os hábitos infelizes a que se têm submetido, podendo avançar sob a governança de Deus.
Caso se oponham às exigências da evolução, também sofrerão um tipo de expurgo temporário para regiões primárias entre as raças atrasadas, tendo o ensejo de ser úteis e de sofrer os efeitos danosos da sua rebeldia.
Concomitantemente, espíritos nobres que conseguiram superar os impedimentos que os retinham na retaguarda, estarão chegando, a fim de promoverem o bem e alargarem os horizontes da felicidade humana, trabalhando infatigavelmente na reconstrução da sociedade, então fiel aos desígnios Divinos
Da mesma forma, missionários do amor e da caridade, procedentes de outras Esferas estarão revestindo-se da indumentária carnal, para tornar essa fase de luta iluminativa mais amena, proporcionando condições dignificantes, que estimulem ao avanço e à felicidade.
Não serão apenas os cataclismos físicos que sacudirão o planeta, como resultado da lei de destruição, geradora desses fenômenos, como ocorre com o outono que derruba a folhagem das árvores, a fim de que possam enfrentar a invernia rigorosa, renascendo exuberantes com a chegada da primavera, mas também os de natureza moral, social e humana que assinalarão os dias tormentosos, que já se vivem.
Os combates apresentam-se individuais e coletivos, ameaçando de destruição a vida com hecatombes inimagináveis. A loucura, decorrente do materialismo dos indivíduos, atira-os nos abismos da violência e da insensatez, ampliando o campo do desespero que se alarga em todas as direções.
Esfacelam-se os lares, desorganizam-se os relacionamentos afetivos, desestruturam-se as instituições, as oficinas de trabalho convertem-se em áreas de competição desleal, as ruas do mundo transformam-se em campos de lutas perversas, levando de roldão os sentimentos de solidariedade e de respeito, de amor e de caridade...
A turbulência vence a paz, o conflito domina o amor, a luta desigual substitui a fraternidade.
...Mas essas ocorrências são apenas o começo da Grande Transição.
A fatalidade da existência humana é a conquista do amor que proporciona plenitude. Há, em toda parte, uma destinação inevitável, que expressa a ordem universal e a presença de uma Consciência Cósmica atuante.
A rebeldia que predomina no comportamento humano elegeu a violência como instrumento para conseguir o prazer que lhe não chega da maneira espontânea, gerando lamentáveis conseqüências, que se avolumam em desaires contínuos.
É inevitável a colheita da sementeira por aquele que a fez, tornando-se rico de grãos abençoados ou de espículos venenosos. Como as leis da vida não podem ser derrogadas, toda objeção que se lhes faz converte-se em aflição, impedindo a conquista do bem-estar.
Da mesma forma, como o progresso é inevitável, o que não seja conquistado através do dever, sê-lo-á pelos impositivos estruturais de que o mesmo se constitui. A melhor maneira, portanto, de compartilhar conscientemente da grande transição é através da consciência de responsabilidade pessoal, realizando as mudanças íntimas que se tornem próprias para a harmonia do conjunto.
Nenhuma conquista exterior será lograda se não proceder das paisagens íntimas, nas quais estão instalados os hábitos. Esses, de natureza perniciosa, devem ser substituídos por aqueles que são saudáveis, portanto, propiciatórios de bem-estar e de harmonia emocional.
Na mente está a chave para que seja operada a grande mudança. Quando se tem domínio sobre ela, os pensamentos podem ser canalizados em sentido edificante, dando lugar a palavras corretas e a atos dignos.
O indivíduo, que se renova moralmente, contribui de forma segura para as alterações que se vêm operando no planeta. Não é necessário que o turbilhão dos sofrimentos gerais o sensibilize, a fim de que possa contribuir eficazmente com os espíritos que operam em favor da grande transição.
Dispondo das ferramentas morais do enobrecimento, torna-se cooperador eficiente, em razão de trabalhar junto ao seu próximo pela mudança de convicção em torno dos objetivos existenciais, ao tempo em que se transforma num exemplo de alegria e de felicidade para todos.
O bem fascina todos aqueles que o observam e atrai quantos se encontram distantes da sua ação, o mesmo ocorrendo com a alegria e a saúde. São eles que proporcionam o maior contágio de que se tem notícia e não as manifestações aberrantes e afligentes que parecem arrastar as multidões.
Como escasseiam os exemplos de júbilo, multiplicam-se os de desespero, logo ultrapassados pelos programas de sensibilização emocional para a plenitude. A grande transição prossegue, e porque se faz necessária, a única alternativa é examinar-lhe a maneira como se apresenta e cooperar para que as sombras que se adensam no mundo sejam diminuídas pelo Sol da imortalidade.
Nenhum receio deve ser cultivado, porque, mesmo que ocorra a morte, esse fenômeno natural é veículo da vida que se manifestará em outra dimensão. A vida sempre responde conforme as indagações morais que lhe são dirigidas.
As aguardadas mudanças que se vêm operando trazem uma ainda não valorizada contribuição, que é a erradicação do sofrimento das paisagens espirituais da Terra. Enquanto viceje o mal, no mundo, o ser humano torna-se-lhe a vítima preferida, em face do egoísmo em que se estorcega, apenas por eleição especial.
A dor momentânea que o fere, convida-o, por outro lado, à observância das necessidades imperiosas de seguir a correnteza do amor no rumo do oceano da paz. Logo passado o período de aflição, chegará o da harmonia. Até lá, que todos os investimentos sejam de bondade e de ternura, de abnegação e de irrestrita confiança em Deus.
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 Joanna de Ângelis
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Página psicografada pelo médium Divaldo Pereira Franco
no dia 30 de julho de 2006, no Rio de Janeiro, RJ.
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A "Grande Transição", em vídeo, no Youtube:
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25 agosto, 2012

Operação de Maravilhas - Profecia: "Dom de discernir os Espíritos..." - Autoria: Cláudio Fajardo de Castro


Operação de Maravilhas
Profecia
: "Dom de discernir os Espíritos..."
Autoria:  Cláudio Fajardo de Castro
13/08/2012
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"E a outro, a operação de maravilhas; e a outro, a profecia; e a outro, o dom de discernir os espíritos; e a outro, a variedade de línguas; e a outro, a interpretação das línguas." (I Coríntios, 12: 10)
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A operação de maravilhas foi durante muito tempo mal compreendida pelos estudiosos dos textos Bíblicos, e mais particularmente, pelos religiosos em geral. Entendia-se essa capacidade como o poder de realizar milagres.
A palavra milagre nos retorna como significado um acontecimento inexplicável pelas Leis Naturais.
A Lei Natural é a Lei de Deus, portanto nada existe inexplicável, fora, ou em contradição com essas Leis, visto ser Deus a Perfeição Absoluta, e assim sendo, incapaz de errar ou contradizer-Se.
Quando o homem não entende um acontecimento isso não quer dizer que ele está contradizendo a Lei Divina, e sim que ele, homem, ainda não tem percepção ou compreensão correta daquele evento.
Jesus realizou inúmeros fatos ainda incompreensíveis para nós; outros se explicaram com o tempo e com o avanço da ciência humana e espiritual. Disse ainda o Meigo Nazareno, que poderíamos fazer tudo que ele fez, e mais ainda poderíamos realizar bastasse para isso desenvolver nossa capacidade de harmonização com o Criador, pois foi claro em afirmar que o que Ele fazia não era por Ele mesmo, mas o Pai é que operava através Dele. Em síntese Ele possuía recursos que ainda não possuímos, conhecia mecanismos da Lei que ainda desconhecemos. Tudo isso devido à Sua evolução espiritual conquistada através de Seu esforço e obediência aos desígnios superiores.
Dito isto fica claro que para que o Espírito manifeste por nós a operação de maravilhas é preciso que desenvolvamos nossa percepção das questões espirituais e realizemos em nós não só as mudanças estruturais necessárias a fim de compreendermos a mecânica das Leis Universais, como também a elas nos ajustarmos.
E a outro, a operação de maravilhas; e a outro, a profecia… A palavra profecia vem do Latim: "prophetía", e do Grego: "prophétéia", que querem dizer predição, anúncio por inspiração Divina; de pro 'antes' + phémí 'dizer, manifestar, anunciar, contar; dizer sua opinião, pensar, crer'.
Por sua vez, inspiração vem do Latim: inspirátio, ónis 'hálito, bafo'.
Assim, receber a palavra de profecia é receber a inspiração Divina, é entrar no hálito, no tempo do Criador.
Kardec faz no capítulo XVI do livro "A Gênese" interessante estudo sobre a Teoria da Presciência.
Segundo ele os espíritos mais evoluídos têm a possibilidade de antever alguns acontecimentos por se situarem em um patamar superior da evolução. Compara ele essa situação a de um homem que situando-se no cume de uma montanha pudesse perceber uma légua de um determinado caminho. Um outro que percorra esse caminho não tem a possibilidade de saber o que lhe vai adiante, se algum buraco, alguma subida ou descida. Só percebe quando chega no ponto. Aquele que está a observar do alto da montanha tem com antecedência o conhecimento da estrada a ser percorrida pelo viajante.
Assim se dá a profecia, Espíritos mais evoluídos têm essa condição por estarem no “tempo de Deus”, e se o médium entra em sintonia superior com Ele, percebendo seu hálito, inspira-se neste, e tem a possibilidade da revelação.
O Apóstolo (Paulo) mostrava deste modo a seus seguidores de Corinto e a nós, discípulos de todos os tempos, a necessidade de harmonização interior para que possamos inspiradamente revelar, e revelação superior.
E a outro, o dom de discernir os espíritos. Em o "Livro dos Médiuns" temos importante estudo sobre os diversos tipos de mediunidade a partir do capítulo XI. Todavia é no XIX, quando é analisado O Papel dos Médiuns nas Comunicações Espíritas que os Espíritos reveladores afirmam:
"Comparemos os médiuns a esses bocais cheios de líquidos coloridos e transparentes, que se veem nos mostruários dos laboratórios farmacêuticos. Pois bem, nós somos como luzes que clareiam certos panoramas morais, filosóficos e internos, através dos médiuns, azuis, verdes, ou vermelhos, de tal sorte que os nossos raios luminosos, obrigados a passar através de vidros mais ou menos bem facetados, mais ou menos transparentes, isto é, de médiuns mais ou menos inteligentes, só chegam aos objetos que desejamos iluminar, tomando a coloração, ou, melhor, a forma de dizer própria e particular desses médiuns."1
Deste modo, como já dissemos anteriormente, o médium têm papel preponderante nas comunicações. O Espírito às vezes, quer dizer uma coisa, mas com a influência do sensitivo a mensagem chega deturpada, pois muitos podem receber Espíritos, mas poucos têm o dom de discernir os Espíritos ou o que eles querem dizer.
É preciso ser intérprete das entidades, mas se conhecer o suficiente para poder saber o que é seu, o que é do ser comunicante. Muitas oportunidades são perdidas pelo simples fato do medianeiro desconhecer-se, e assim não compreender este fato. Exercer a mediunidade com responsabilidade evangélica vai muito além do simples receber ou conversar com Espíritos. É imperioso auto educar-se através do estudo sistemático dos fenômenos e de si mesmo, pois só nos fazendo diáfanos como o Cristal, seremos intermediários do Cristo com a grandeza que almejamos e necessitamos.
E a outro, a variedade de línguas; e a outro, a interpretação das línguas. O substantivo xenoglossia, formado por xen(o)-antepositivo, do Grego ksénos, é, on 'estrangeiro, estranho, insólito' ou ksénos, ou 'estrangeiro, hóspede' + gloss(o)- antepositivo, do Grego glôssa,és 'língua; idioma, linguagem', quer dizer a fala espontânea em línguas que não foram previamente aprendidas. Por meio do transe mediúnico este fato pode se dar; é raro, mas possível.
Kardec não analisa esta mediunidade em profundidade, mas fala rapidamente, a respeito em "O Livro dos Médiuns" capítulo XIX, item 233 questões de 15 a 17.
André Luiz pela mediunidade de Francisco Cândido Xavier nos fala um pouco mais no Capítulo 23 do livro "Nos Domínios da Mediunidade".
Segundo as anotações do autor espiritual da série "Nosso Lar", através de comentários de seus instrutores do Plano Maior, em todos os casos dessa natureza, “as forças do passado são trazidas ao presente.” O que nos leva depreender que mesmo sendo a língua estranha ao médium na atual encarnação, foi dele conhecida em outra, pois confirma o instrutor Áulus: “em mediunidade há também o problema da sintonia no tempo” 2
Como dissemos, este é um tipo raro de mediunidade, e na maioria das vezes sem grande utilidade, pois de que vale o médium trazer uma mensagem em idioma desconhecido, que proveito haveria? Já passamos dos tempos de fenômenos só para efeito de comprovação ou para despertar a credulidade das pessoas, hoje, quando as comunicações entre os dois planos da vida, são já uma realidade aos que têm olhos de ver, é preciso dar um pouco mais de qualidade aos fenômenos, fazendo destes instrumento de transformação moral daqueles vinculados ao processo.
O próprio Paulo já nos falava a respeito:
"E eu quero que todos vós faleis línguas estranhas; mas muito mais que profetizeis, porque o que profetiza é maior do que o que fala línguas estranhas, a não ser que também interprete, para que a igreja receba edificação.E, agora, irmãos, se eu for ter convosco falando línguas estranhas, que vos aproveitaria, se vos não falasse ou por meio da revelação, ou da ciência, ou da profecia, ou da Doutrina? Da mesma sorte, se as coisas inanimadas que fazem som, seja flauta, seja cítara, não formarem sons distintos, como se conhecerá o que se toca com a flauta ou com a cítara? Porque, se a trombeta der sonido incerto, quem se preparará para a batalha? Assim, também vós, se, com a língua, não pronunciardes palavras bem inteligíveis, como se entenderá o que se diz? Porque estareis como que falando ao ar." 3
Todavia, afirma o Apóstolo que há os que têm o dom da interpretação das línguas. Neste caso, a comunicação ganha um sentido maior, pois então, compreende-se o que o Espírito comunica. Pode o médium com esta capacidade, se não for conhecedor do idioma em que é transmitido a mensagem, captar o pensamento da entidade, pois como afirma o Codificador, no item já citado de "O Livro dos Médiuns", os Espíritos só têm uma língua, que é a do pensamento.
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Citações:
1 O Livro dos Médiuns, item 225
2 Nos Domínios da Mediunidade pág. 222
3 I Coríntios, 14: 5 a 9
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Autoria: Cláudio Fajardo de Castro (Juiz de Fora/MG)
Blog: http://espiritismoeevangelho.webnode.com/
E-mail: fajardo1960@gmail.com
Créditos:  Rede Amigo Espírita  13/08/2012
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Psicologia da Gratidão - Palestra de: Divaldo Pereira Franco


Psicologia da Gratidão
Palestra de: Divaldo Pereira Franco
31/07/2012
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Link: http://www.youtube.com/watch?v=OpF4gy8hJfU

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Créditos:
22/08/2012
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02 agosto, 2012

O Espiritismo Iluminativo - Espírito Bezerra de Menezes - Canal: Divaldo Pereira Franco


O Espiritismo Iluminativo
Espírito Bezerra de Menezes

Canal: Divaldo Pereira Franco
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O Espiritismo não é apenas o sol da Nova Era. É o Cristo de Deus, descendo até nós, para nos alçar aos cumes da montanha da sublimação evangélica.
Toda ascensão é feita de sacrifício e está assinalada pela dificuldade.
Não ignoramos, nós outros, vossos Guias espirituais, os vossos sofrimentos e as vossas dificuldades.
Suplicais socorro, muitas vezes, na expectativa de que vos apresentemos soluções mágicas ou retiremos o fardo das aflições de sobre os vossos ombros.
Acompanhamos a vossa jornada de sublimação, assinalada por defecções e angústias, por sorrisos e aspirações do bom e do belo, e envolvemo-los em dúlcidas vibrações de paz.
Ainda não somos os Querubins em que um dia conseguiremos transformar-nos. Somos apenas vossos companheiros de jornada, cireneus que conhecemos o caminho que percorreis.
Atravessamos, oportunamente, a mesma senda. Semeamos calhaus e colhemos pedrouços, e temos as mãos em chaga viva pelo amanho da terra, graças à charrua do dever.
Por isto, filhos d'alma, não podemos realizar as vossas tarefas, mas partilhamos dos vossos esforços, solidários à vossa dor e afáveis às vossas preces ao Amigo de todos nós.
Prossegui, com os joelhos desconjuntados, as carnes dilaceradas, porque tudo isso tem breve duração, a fim de que o Espírito que sois, esplenda de Luz no momento em que superardes o casulo carnal e planardes na Pátria da plenitude.
Não desfaleçais na luta!
Ajuntai onde todos ou quase todos pensam em separar. Uni-vos para vos sustentardes uns aos outros.
...E amando, cantai o hino da caridade desfraldado pelo eminente Codificador do Espiritismo.
Vossos guias espirituais velam por vós em nome de Jesus. Vossos Amigos que se responsabilizaram pela vossa tarefa, na condição de fiadores amorosos, assistem-vos.
Não duvideis.
E quando, em um momento ou outro, vos sentirdes dominados pela solidão, fazei silêncio íntimo e os escutareis.
Tereis oportunidade de sentí-los, recebereis o alento para prosseguirdes, restabelecereis as forças e a coragem, tendo em mente que além deles, vossos guias, o Amor de Jesus, o Sublime Governador do Planeta Terrestre em Transição, estará convosco até o fim dos tempos.
Ide e amai!
Relevai ofensas e ingratidões, cantando o hino dos mártires da fé e agindo como obreiros da última hora que sois, na Seara da Verdade.
Que o Senhor da Vida a todos nos abençoe!
São os votos do servidor humílimo e paternal de sempre,
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Bezerra.
Muita paz, meus filhos!
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Mensagem psicofônica do Espírito Bezerra de Menezes, através da mediunidade de Divaldo Pereira Franco.
Créditos: Aprender para Evoluir Sempre
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