28 abril, 2012

Conselho de Bezerra - Canal mediúnico: Walter P. Alves


Conselho de Bezerra
  Dr. Bezerra de Menezes

Canal mediúnico: Walter P. Alves
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Joelhos ao chão e mãos erguidas aos Céus, rogas os benefícios do Pai para te aliviar as dores de teu corpo e de tua alma. Rogas a química salvadora para as dores que te rasgam as entranhas e que não suportas no calor da crise. Rogas pela problemática, a teu juízo, insolucionável, que te vergasta a alma como látego avassalador. Rogas pelo desconforto que se apoderou de ti, deixando-te vitimizado pela ausência de paz.
No entanto, ignoras o apelo que te faz teu companheiro de jornada que experencia o fel da mesma dor física que te desgasta. O padecimento do teu circunstante que já não mais suporta o receio do escândalo, em razão da falta que praticou sob os auspícios da inconseqüência. A angústia do amigo que vivencia o sofrimento existencial de um mal que desconhece a causa.
Amigo, irmão, filho, compadece-te primeiro de quem te pede misericórdia para depois implorar a misericórdia do Pai.
O milagre é simples de acontecer. Se Cristo nos disse não fazer ao outro o que não queremos que nos façam, disse-nos, também, dá ao outro o que queres para ti.
Se queres perdão do Pai, perdoa primeiro o teu irmão. Se queres misericórdia, sê misericordioso primeiro com aquele que te suplica ajuda. Se queres livrar-te do que te atormenta a alma, procura dar ao teu irmão a palavra consoladora, suficientemente capaz, às vezes, de evitar que ele se auto-destrua.
Disse-nos o Cristo: Vós sois deuses. Se deuses somos, podemos tudo fazer inclusive por nós próprios. Para nos ajudarmos, entretanto, a nós mesmos, só existe o caminho da ajuda ao irmão do lado. Nosso irmão é o nosso reflexo. Vê no sofrimento dele a oportunidade que te está sendo oferecida para aplacar as tuas próprias dores.
Faze tudo isso, filho de minha alma, e por ti estarás fazendo o que pedes ao Céu que te faça.

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Bezerra, humildemente Bezerra.
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Psicografia recebida pelo médium Walter P. Alves.
Créditos:  

http://iluminadoguiabezerrademenezes.blogspot.com.br/2012/04/conselho-de-bezerra.html
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O avanço e a sutileza da mediunidade - Paulo da Luz, Lacordaire, Joanna de Ângelis e Colbert - Canal: Francyska Almeida


O avanço e a sutileza da mediunidade
Paulo da Luz, Lacordaire, Joanna de Ângelis e Colbert
Canal: Francyska Almeida
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Em meandros de fé, estamos a sensibilizar corações, cada vez mais, para os trabalhos Crísticos.
O preconceito, o medo do novo, atavisa a quem deveria já estar mais sutilizado para a campanha de fé do Cristo.
Em perspectivas cada vez mais contundentes, representamos o Mestre nesses convites.
Alguns já estão se predispondo. Outros, fora do contexto co-criativo, rejeitam a essa convocação de alta relevância ao momento, preferindo armazenar e tornar suas energias curadoras inativas.
Deus sabe o quanto tudo isso se torna um atraso ao trabalho da Nova Era e consciente, Ele espera somar com as energias de cada um.
Trago-lhes novamente, a informação precisa de que a mediunidade toma proporções de sutilidade para conexões mais límpidas de seus portadores com o Alto.
Não desprezando de forma alguma o que Allan Kardec nos trouxe que é a base da Revelação Crística, mas todas as informações contidas em seus tratados de fé e abrangência cósmica estão fechando com as informações Crísticas escancaradas para esse século.
Não há como contestar a beleza desse complemento que vem por meio dos sábios Mestres ou Trabalhadores que já ascenderam na escala evolutiva do auto poder espiritual.
A Sabedoria Crística como todos sabem, vem de acordo com amadurecimento das criaturas.
Há  muito ainda a ser liberado pelo Cristo pelas vias dos canais mediúnicos preparados e harmonizados para tal.
Assim é que precisamos de canais escritores, curadores, palestrantes e outros para a divulgação do Movimento Ascendente da Nova era.
Portanto, o Mestre lionês está dentro desse movimento e não concorda com o posicionamento de quem professa a Doutrina Espírita arraigado aos princípios contrários de  mudanças.
Quem ainda não tem conhecimento sobre esse Movimento, mesmo assim, precisa estar aberto à sabedoria do Universo.
Então, o médium treinado nas hostes celestiais de acordo com o seu potencial do passado e do presente, deve se abrir a esse magnífico chamado.
Hoje, não há limites para as comunicações com o mundo espiritual.
A mente amorosa nesse século, através  do coração, fará o seu trabalho de onde estiver, e isso será muito louvável a esse maravilhoso tempo.
A humanidade está propensa a receber todo esse conhecimento que vem das camadas Divinas do Alto.
Chispas de amor se apresentam para que os canais absorvam, repassem e disseminem-nas com toda pureza de seu coração.
Assim é que em nome do Cristo, tornamos a convocar a esses canais que já integram o trabalho mediúnico para uma nova etapa de sua mediunidade: A sutileza.
Tudo muda e evolui nos planos de Deus.
Vêem só o avanço da tecnologia?
A tecnologia Crística e sutil está acontecendo em rápidos e suaves movimentos. Então, meus amados, adequem-se a  essa realidade.
Tudo o quanto lhes falamos não é mais uma religião ou uma nova versão do nosso amado Espiritismo, isso é a sua re-ligação com o Criador para um trabalho de maior alcance àqueles que necessitam.
E nessa condição, cada vez mais, o canal abrangerá locais e pessoas através de uma forma de comunicação rápida e mais sutil.
Tudo vem do Cristo e de sua natureza superior.
Renovado o convite a todos, esperamos-lhes em conferência com a Luz do Amor Universal.
Amém e queiram distribuir esse amor através do vosso chakra cardíaco, pois, com intenção, a alma pode voar a quilômetros de distância e com ela estarão muitos amados seres de Luz de diversas hierarquias Celestes.
Em nome do Cristo, esperamos ter sido claros na evidência de um novo tempo em que as vozes dos Céus se unem às vozes da Terra através da essência de cada um e do amor Crístico.
Em paisagens de Luzes Celestiais, nós lhes aguardamos como mensageiros e abençoados trabalhadores da Seara Bendita do Mestre Jesus.
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 Paulo da Luz, Lacordaire, 
Joanna de Ângelis e Colbert.
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08 abril, 2012

Wagner Borges - Somos Luz!


Somos Luz!
Wagner Borges
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O Divino escultor esculpiu nossa imagem-forma na Luz.
Sorrindo, Ele disse dentro de cada espírito:
"Você ocupará muitas formas na existência, terá vários rostos e corpos, de cores e formatos diferentes, mas a sua verdadeira face será a da Luz!"
Porém, o tempo passou, e nos identificamos com as diversas formas, não só físicas, mas, também, com aquelas mentais e emocionais.
Passamos a viver e agir nas formas, mas sem sentir o Espírito em nós.
Passamos a viver de forma vazia, sem sentido e sem profundidade.
Apegamo-nos demais às formas moldadas e condensadas nas energias da natureza, e mesmo quando elas se desgastam, e o seu uso não é mais possível, ficamos meio perdidos, chorando sobre a referência externa com a qual nos identificávamos tanto.
Foi por isso que o sábio Jesus disse:
"Deixem que os mortos enterrem os seus mortos!"
O Rabi (Jesus) estava certo: quem anda com o espírito entorpecido nas ilusões sensoriais do mundo e acha que é só isso que existe, na verdade está morto de raciocínio, percepção e espírito. Confundir a Luz do espírito com a casca abandonada é o mesmo que confundir a roupa com quem a veste.
Se é necessário respeitar o invólucro carnal abandonado, pois era morada do espírito em ascensão, é mais necessário, ainda, respeitar o próprio espírito, essência imperecível e dotado de todos os potenciais celestes.
E nenhum espírito, em época alguma, jamais foi seguro pelo caixão ou pelo solo onde o seu corpo ficou sendo transformado em outras energias pela generosa Mãe Terra.
Aos corpos que ficam na Terra, o nosso muito obrigado, por tudo o que aprendemos por intermédio deles. Porém, somos espíritos com a face da Luz!
Somos forma e semelhança da Luz, pois não somos animais vertebrados, somos consciências imperecíveis. Somos a cara de Deus!
Não somos brancos, negros, amarelos ou vermelhos. Não somos nem mesmo terrestres, pois qualquer espírito é egresso de outros planos sutis, não-físicos.
Portanto, somos extraterrestres, pois terrestres são apenas os corpos que ocupamos, temporariamente.
SOMOS LUZ!
Enquanto os "mortos enterram os seus mortos", os espíritos continuam vivendo além... Os primeiros olham as tumbas e choram a ilusão de suas referências apenas físicas; os últimos olham para as estrelas e alçam voo para outras paragens.
E lá em cima não há nenhum número de tumba como referência, nem esquifes enterrados para alguém se guiar na dor de sua perda ilusória. O que tem mesmo é uma infinidade de espíritos vivos, todos com a cara de Deus!
O Divino Escultor esculpiu nossa imagem-forma na Luz.
Portanto, façamos jus a essa Luz.
SEJAMOS LUZ!

(Este texto é dedicado às pessoas que jamais desistem dos ideais sadios na existência. Mesmo cercadas por dificuldades variadas, elas persistem e confiam na própria Luz que viaja dentro de seus corações. Elas sabem que essa Luz não é deste mundo, e que só o Divino Escultor é que sabe o real valor de cada um, pois Ele conhece profundamente o mais secreto dos pensamentos dos homens e sabe quem é leal e servidor consciente dos seus magnos desígnios evolutivos.)
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Paz e Luz!
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Wagner Borges
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(Sujeito com qualidades e defeitos, igual a todos, mas que, quando se lembra de alguém que foi morar no Astral, sempre olha para cima, jamais para baixo, pois sabe que nenhum túmulo pode segurar alguém que é a cara de Deus!)
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Fonte: IPPB - http://www.ippb.org.br/
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04 abril, 2012

Páscoa - Redação do Momento Espírita


Páscoa
Redação do Momento Espírita
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Você já deve ter percebido, pelas prateleiras abarrotadas de ovos e coelhos de chocolate, que se aproximam os dias da Páscoa. Os meios de comunicação, em geral, não lhe deixariam esquecer tal data.
Se, no entanto, alguém lhe perguntasse o que é a Páscoa, você saberia responder? Qual a relação com ovos, coelhos e chocolates?
Tem-se notícias de que os israelitas, bem antes de Moisés, celebravam a Páscoa, sempre na primeira Lua cheia da Primavera, quando ofereciam à Divindade os primogênitos do seu rebanho.
A palavra em aramaico pashã, em hebraico pesah (pessach), significa a passagem. Segundos uns, do Sol pela constelação do carneiro ou da Lua pelo seu ponto mais alto. Nas línguas saxônicas o nome indica uma associação com o mês de Abril, quando se comemorava a morte do inverno e a recuperação da vida, a chegada da primavera.
O sentido de passagem é relacionado no livro bíblico Êxodo. Foi na época da Páscoa que se deu a libertação do povo hebreu.
Cerca de quinze séculos antes de Cristo, depois de ter vivido cerca de quatro séculos no Egito, duramente tratado pelos faraós, conseguiu o povo de Israel abandonar para sempre a terra da escravidão. Naquela noite, os hebreus se serviram da carne assada de um cordeiro, pães ázimos, isto é, sem sal e fermento e alfaces amargas.
Em memória daquela noite, todo ano, pelo catorze de Nisan (o mês de Abril), os chefes de família celebravam a Páscoa comemorando agora a libertação do cativeiro egípcio.
Os Evangelhos nos dão notícias da última ceia de Jesus com os Apóstolos justamente à época da Páscoa. A paixão, morte e ressurreição de Jesus coincidiram com essa festa.
Para os Cristãos, a data deve lembrar a ressurreição do Cristo. Após a Sua morte na cruz, Ele se mostra vivo para os Apóstolos, discípulos e amigos.
Em corpo espiritual, Ele penetra em recintos fechados, aparece e desaparece, fala em tom breve. Seus discípulos sentem que já não é um homem. É, no entanto, o amigo que retorna para orientar, esclarecer.
Jesus voltou, indicando que a morte não existe, provando todas as Suas palavras, dando testemunho da Imortalidade. Paulo de Tarso, o Apóstolo dos Gentios, afirmava que se o Cristo não ressuscitara, vã seria nossa fé.
O costume de oferecer ovos como presente, nessa época, remonta aos antigos egípcios. Entre  nós, o costume foi trazido por missionários que visitaram a China.
Só que antigamente, eram ovos mesmo, de pata ou de galinha, coloridos e enfeitados, depois transformados em ovos de chocolates.
Para alguns historiadores, o coelho, por ser o animal que mais se reproduz, traduz antigos ritos da fertilidade.
Assim, a Páscoa para o Cristão deve lhe trazer à memória o ensino vivo da Imortalidade, atestado pelo próprio Cristo.
Recordar Jesus, pois, Seus ditos e Seus feitos: eis a verdadeira comemoração da Páscoa.
Importante que nos libertemos de ritualismos, de cultos exteriores, que nos retardam o progresso. Só então o Reino de Deus fará morada em todos os corações, realizando-se a reforma íntima de todos os homens.
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Os ovos de chocolate foram introduzidos no Brasil entre os anos de 1913 e 1920, por imigrantes alemães.
Foi a partir do século XVIII que se passou a incorporar o ovo de chocolate na comemoração da Páscoa.
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Momento Espírita
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Fonte:  http://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=3122&stat=3&palavras=pascoa&tipo=t
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